Notícias Sobre Triathlon

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Segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

Sérgio Cordeiro em busca do Bi Mundial

Sérgio se prepara para enfrentar sua nova temporada no circuito mundial. Na foto com um grande amigo e também triatleta, Alexandre Luna que participa e está em treinamento para enfrentar o Iron Man Brasil, que recebe anualmente milhares de atletas do país e do mundo para vencer a natação, o ciclismo e a maratona. A Rodovia BR-116 (Rio - Guapimirim) recebe muitos atletas semanalmente para treinos e competições. Um palco de muito entusiasmo e perseverança no esporte.

Terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

Sérgio Cordeiro vive seu maior sonho

O atleta Sérgio Cordeiro está vivendo um dos maiores sonhos de sua vida, primeiro por ser o único brasileiro a estar presente no Campeonato Mundial de Ultra Triathlon e segundo que ele é o atual campeão mundial. Isso é um fato inédito para nós brasileiros, pois essa é uma meta que Sérgio almejava há muitos anos que está realizada, graças a sua garra interminável e a credibilidade como atleta.

Num de seus muitos desafios o atleta Sérgio Cordeiro pretende continuar sua carreira como atleta, superando as dificuldades encontradas nas mais variadas participações pelo mundo afora. Enfrentando além de outros atletas, seus próprios limites. Que poderá ser encontrado num futuro livro de sua trajetória de vida.

Pretensões? Basta inventarem um desafio que ele estará lá com seu carisma e humildade, que sempre lhe mostrou o caminho da merecida vitória.

Em breve estaremos contando mais sobre o futuro do atleta de triathlon Sérgio Cordeiro. Aguardem!

Quarta-feira,  08 de fevereiro de 2006

Sérgio Cordeiro treina em busca do Bi Campeonato Mundial de Ultra Triathlon

Com a bagagem de ser o Campeão em 2005 e possuidor do recorde continental, Cordeiro se prepara para buscar seu novo desafio no circuito que tem data prevista para a primeira etapa em maio, na Áustria. Com uma larga experiência nas provas de resistência, Sérgio vem acumulando recordes ao longo das etapas.

Com um acúmulo de mais de 20 anos presente no triathlon brasileiro e mundial e um título inédito para o Brasil e nas Américas, Cordeiro é recordista no Circuito Mundial de Ultra Triathlon se tornando o atual Campeão. Após uma longa jornada pelo mundo, participando de provas como atravessar o deserto do Vale da Morte, uma prova sub-humana, enfrentando altitudes e um calor de até 60° graus. A Maratona do Mont Everest também foi um marco de superação de seus limities, desafiando a natureza e a extrema altitude e frio da região.Também conhecido por Ultraman, Sérgio Cordeiro esteve presente em nove participações no mundial, sempre se colocando entre os dez melhores do mundo. A sua imagem traz consigo a superação e vitórias conquistadas.

O Projeto Ultra Cordeiro 2006 traz como seu maior propósito a busca de seu bi-campeonato no circuito. Onde hoje, se prepara para iniciar na Áustria, passando pela Alemanha, Canadá e Brasil (veja o calendário completo abaixo). Abrangendo seu projeto, Cordeiro está muito orgulhoso e confiante da inclusão brasileira no calendário. Será uma oportunidade inédita para o país onde ele será o principal representante Campeão.

A garantia de sucesso se comprova pelos diversos títulos, mídias alcançadas pelo Brasil e pelo mundo.

Calendário 2006 de Ultra Triathlon

Áustria - Neulengbach - 26 a 28 Maio - (Duplo Iron Man)

França - Vidauban - 11 a 25 Junho - (Deca Iron Man)

Áustria - Moosburg - 14 a 17 Junho - (Triplo Iron Man)

Canada - Levis - 6 a 9 Julho - (Duplo Iron Man)

À confirmar - 28 a 30 Julho - (Duplo Iron Man)

Equador - Ibarra - 16 a 17 Setembro - (Duplo Iron Man)

U.S.A. - Virginia Beach - 6 a 8 Outubro - (Duplo Iron Man)

À confirmar - 6 a 16 Novembro - (Deca Iron Man)

Segunda-feira, 05 de dezembro de 2005

Cordeiro é recebido com festa em São Gonçalo

Após sua chegada ao Brasil como Campeão Mundial, Cordeiro recebeu uma homenagem pela Liga Gonçalense de Desportos através do Sr. José Antônio, Presidente da Liga e da Prefeita de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Sérgio Cordeiro desfilou por toda a cidade em carro aberto recebendo um imenso carinho de todos que o viam e aplaudiam orgulhosos pelo feito de nosso Campeão. A festa ficou marcada para todos que o acompanharam pela cidade.

Clique aqui para ver a chegada em São Gonçalo e saber mais informações.

Veja também os principais momentos de sua carreira e trajetória de vida clicando aqui.

Sábado, 19 de novembro de 2005

Cordeiro agora busca o bicampeonato do Mundial de Ultratriathlon

O brasileiro Sérgio Cordeiro chegou nessa terça-feira no Brasil após ter conquistado o título Mundial de Ultratiathlon. Com a vitória ele se tornou o primeiro latino-americano a vencer o campeonato da modalidade. Aos 51 anos, Cordeiro quer mais e pretende buscar o bicampeonato em 2006.

A etapa que lhe garantiu a vitória foi um quíntuplo Ironman que aconteceu no México entre os dias seis e nove de novembro. O brasileiro cruzou a linha de chegada com três dias e nove horas de prova. Com o resultado ele garantiu o segundo lugar da etapa mexicana e o título do Mundial. Confira a entrevista exclusiva com o “ultraman” Sérgio Cordeiro.

Webrun: Como foi a prova? Sérgio Cordeiro: Foram três dias e nove horas de prova. Eu acho que estava mais assustado e apavorado do que realmente foi a prova. No final achei que não foi difícil. Mas tive que trabalhar contra o relógio porque ganhava aquele que fizesse o menor tempo. Trabalhei muito a resistência e também a velocidade.

WR: Esse foi o seu primeiro quíntuplo Ironman? SC: Foi a primeira vez que eu fiz essas distâncias (19km de natação, 900km de bicicleta e 211km de corrida) tudo junto. Eu já corri o Vale da Morte que tem mais de 200 quilômetros, mas sem nadar e pedalar. Eu pensei: Meu Deus! Lá no Vale foi um terror, imagina nadar e pedalar antes? Só que depois que eu larguei eu entrei no clima de adrenalina e parei de pensar nisso.

WR: Como estava o seu estado psicológico antes da prova? SC: Eu sai para a prova pensando apenas em completar, porque com isso eu já seria o campeão mundial. Ao mesmo tempo em que me dava tranqüilidade eu ficava pensando que eu teria que completar de qualquer jeito. Depois de um ano inteiro de tanta luta, sacrifício, tempestade na cabeça e frio precisava no mínimo completar. Não iria deixar de ser campeão mundial na última etapa.

WR: O que passou na sua cabeça depois que você cruzou a linha de chegada? SC: Foi uma adrenalina e uma emoção muito forte que para ser sincero ainda não acabou. Comecei a prova num domingo e terminei na quarta. Muita coisa passa pela sua cabeça. Parece ainda que estou sonhando. Agora que a minha ficha começou a cair.

WR: Você tem a fama de correr descalço. Nessa etapa mexicana você tirou o tênis? SC: Para variar tirei. Não consigo me livrar disso. Chegou uma hora na prova que o tênis começou a pesar e eu falei: “caramba” seu eu continuar assim eu vou parar. Vi que ainda faltava muita prova pela frente, então resolvi tirar a porcaria do tênis, dei uma recuperada descalço e calcei o tênis de novo nos últimos 50 quilômetros de prova. Na verdade eu só coloquei o tênis quando a segunda colocação já estava garantida.

WR: Como estava o clima da etapa mexicana? SC: Estava muito bom. Nem muito frio nem muito calor. Também não enfrentei chuva. Pelas condições de provas que eu já enfrentei durante a minha carreira, posso dizer que foi ótimo. Na Virginia, por exemplo, eu enfrentei uma tempestade tropical, isso sim é terrível.

WR: E o percurso? SC: Os 19 quilômetros de natação foram numa piscina de 50 metros. Chega uma hora que dá uma tontura. Você se perde e não sabe o quanto nadou. Você tem a sensação de que está rodando. Depois eu sai e fui para o percurso de bike. Tive que pedalar 900k num circuito com dois quilômetros. A corrida também foi nesse mesmo percurso. Foram três dias e nove horas no mesmo lugar. Depois disso eu acho que eu sou maluco e não sabia.

WR: Como foi a premiação? SC: Nada paga o troféu que é maravilhoso. É uma estatueta de pedra-sabão com o mapa Asteca e o emblema do México.

WR: Você vai descansar no fim do ano? SC: Agora começa o processo de recuperação do meu treino. Oficialmente esse ano não irei competir mais. O meu objetivo agora e voltar em 2006 para buscar o bicampeonato do Mundial. Até porque logo no início do no já terá uma etapa sul-americana do Mundial. A surpresa é que essa etapa pode ser no Brasil. Imagina aqueles europeus passando um pouco de perrengue aqui no Brasil? Só Deus sabe a dificuldade que eu passei enfrentando as provas deles.

WR: E você recebeu a premiação da etapa da Áustria que aconteceu no início do ano? SC: Acredita que eu recebi há duas semana atrás! Eles pensaram que dava para enrolar um brasileiro. Eles vão ter que vir aqui sentir o gostinho do nosso calor para ver o quanto é bom. Assim vão nos valorizar um pouco.

Fonte: webrum.com.br

Por Donata Lustosa em 17/11/05

Sexta-feira, 11 de novembro de 2005

Sérgio Cordeiro é campeão do Mundial de Ultratriathlon

O brasileiro Sérgio Cordeiro é o novo campeão Mundial de Ultratriathlon e o primeiro latino-americano a vencer o circuito da modalidade. Com 51 anos, Cordeiro, que já liderava o ranking do mundial, garantiu o título na madrugada dessa quinta-feira após ficar com a segunda posição da etapa Mexicana do circuito.

“Eu não sei explicar o que estou sentindo. Acho que a minha ficha ainda não caiu. Só sei que tenho muito orgulho trazer esse título para o Brasil”, comemora Cordeiro.

A prova que definiu o circuito mundial foi um quíntuplo ironman, com distâncias de 19km de natação, 900km de bicicleta e 211km de corrida. Ele completou a competição em três dias e nove horas.

“Apesar dessa etapa ter sido um teste de resistência, em momento nenhum eu pensei em desistir. Minha intenção era mostrar para todos que um brasileiro pode vencer. Basta querer e se dedicar. Eu consegui”, revela.

O circuito mundial teve esse ano sete etapas disputadas em cidades da América do Norte e Europa. Ao todo atletas de 22 países participaram do circuito. Segundo Cordeiro, ele não pensa em parar de treinar. “Enquanto meu corpo agüentar eu vou competindo”, avisa o campeão.

Quarta-feira, 26 de outubro de 2005

Gonçalenses no Triatlo

Os triatletas gonçalenses Jorge Luiz Rodrigues da Costa (44 anos) e Artur da Silva Araújo (29 anos), estão inscritos para a segunda etapa do Campeonato Estadual de Triatlo,  válida também pela Copa Sudeste. A prova será disputada no próximo domingo, no Recreio dos Bandeirantes, com largada a partir das 9h. As distâncias definidas são: 750 metros de natação, 20 Km ciclismo e 5 Km de corrida.

A Federação de Triatlo do Estado do Rio de Janeiro (FTERJ) anunciou que os cinco primeiros colocados na classificação geral (masculino e feminino) receberão premiação em dinheiro, além de troféus e medalhas.

Quarta-feira, 19 de outubro de 2005

Sérgio Cordeiro está próximo de ser campeão mundial

O brasileiro Sérgio Cordeiro está perto de se tornar o campeão mundial de ultratriathlon. Com o título ele será o primeiro latino-americano a ser o grande vencedor do mundial. Agora ele enfrenta apenas mais uma prova do circuito que acontece no México entre os dias seis e 11 de novembro. O desafio será um quíntuplo ironman.

Cordeiro já tem 430 pontos e lidera a classificação geral, mas isso ainda não é garantia do título. Segundo os organizadores do mundial, a etapa mexicana contará 190 pontos para o campeão e o segundo colocado do ranking, Christophe Llamas, tem 244 pontos. Portanto se Llamas vencer e Cordeiro for desclassificado ou não somar pontos significativos, o estrangeiro ficará com 434 pontos.

Além disso, outros dois atletas, Luis Wildpanner e Emanuel Conraux, têm chances de empatarem com Cordeiro. Se vencerem a prova mexicana, eles também somarão 430 pontos. Assim o grande vencedor do Mundial de Ultratriathlon só será definido em novembro.

Sexta-feira, 14 de outubro de 2005

Sérgio Cordeiro é o super-homem do Brasil

Sergio Cordeiro está perto da vitória do Circuito Mundial de Ultratriathlon. Se vencer mais algumas etapas ele será o primeiro latino a conquistar o mundial. Aos 51 anos ele já participou de provas como a Maratona do Everest e a Ultramaratona do Vale da morte. Conheça esse brasileiro que treina mais de 10h por dia.

São Paulo - No meio da multidão Sérgio Cordeiro não se destaca dos demais. Moreno com 1,65 de altura e 62 quilos ele é apenas um cidadão brasileiro. Mas basta vestir uma roupa esportiva e Cordeiro se transforma num “super atleta”, ou melhor, num ultraman.

Com 51 anos ele é o atual líder do International Ultra Triathlon Association e para se tornar campeão do Circuito Mundial de Ultratriathlon restam apenas três etapas. Se Cordeiro conseguir o feito será o primeiro atleta latino-americano a vencer o mundial. Um excelente título para quem não tem limite.

“Eu gosto de competir provas de longa distância porque sempre encontro novos desafios. Claro que na busca da superação a gente tem que fazer a coisa consciente e respeitar o corpo. Mas o meu limite por enquanto é Deus”, conta Cordeiro.

O Início - Cordeiro começou a correr aos 29 anos incentivado pela empresa que trabalhava. A sua primeira vitória aconteceu em uma prova de bairro no Rio de Janeiro, na qual ele não lembra a distância.

“Na primeira prova que eu ganhei aconteceu um fato curioso. Quando cheguei em primeiro lugar as pessoas vieram me perguntar se eu era corredor profissional. Eu disse que não e todos afirmaram que eu poderia ser um atleta profissional. Aquilo me motivou muito”, revela o atleta.

A motivação foi tanta que ele não parou mais. Hoje Cordeiro é dono de títulos como o bicampeonato da Volta de Florianópolis, medalha de prata e bronze do Ultraman do Canadá, além de campeão de duas etapas do Double Iron Triathlon, uma nos Estados Unidos e outra no Equador.

Os Extremos - Acostumado a percorrer longas distâncias em lugares inóspitos ele já participou de duas prova que diz ser os extremos do mundo. A primeira foi a Maratona do Monte Everest. Como o próprio nome diz a prova acontece no Himalaia próximo ao Everest em meio à neve e temperaturas baixas.

Numa caminhada de 22 dias para aclimatação, os participantes da maratona sobem até o acampamento base, que fica a mais de cinco mil metros de altitude. Lá acontece a largada que não tem uma distância exata.

“Essa prova marcou muito a minha vida. Foi uma corrida de risco por causa da altitude, além do frio. A gente subiu até o acampamento base e de lá passaram o nome da cidadezinha que era a chegada. Não tinha marcação de percurso. Cada corredor tinha que achar o seu próprio caminho”, conta o brasileiro que completou a maratona do Everest em sétimo lugar no tempo de 5h50min.

No ano de 2003 Cordeiro resolveu participar de uma prova um pouco mais quente, a Ultramaratona do Vale da Morte. Essa corrida acontece nos Estados Unidos a baixo do nível do mar. São 216km de prova numa temperatura média de 60 graus Celsius.

“Nessa prova eu pensei que ia morrer seco. O calor era muito intenso. Lembro de um episódio no Vale da Morte em que o meu staff demorou alguns minutos para chegar e me dar água. Esses minutos, que eu não sei se foram 30 segundos ou 5 minutos, pareceram uma eternidade. Essa prova foi difícil para controlar o meu emocional”. Cordeiro garantiu a 11ª posição da prova e se tornou o primeiro latino a completar a Ultramaratona do Vale da Morte.

Treino - Como treinar para uma prova com condição tão adversa como o calor e o frio? Indagado ele respondeu que no Brasil isso não é possível. Para Cordeiro o treinamento é uma pré-preparação. “O ultramaratonista só descobre as condições de clima e percurso quando chega no local da prova”, conta. Por isso ele se preocupa com as distâncias e busca sempre fazer simulados.

No dia da entrevista para o Webrun, Cordeiro havia feito um treino em que pedalou 270km e correu mais 30km. Em média ele treina de 10 a 15 horas por dia sempre exercitando as três modalidades: natação, bicicleta e corrida.

Alimentação na Prova - Durante treinos e provas de longa distância o atleta precisa ter uma alimentação balanceada e adequada. Cordeiro participa de competições que demoram 24 horas para acabar e nessas provas o corpo requer muita energia.

Por isso ele não dispensa água e isotônico durante as competições. Além disso, ele consome carboidrato em pó e barra energética. Mas para Cordeiro tem horas que é necessário ter a sensação de comer e mastigar. “Em provas que duram um dia, por exemplo, tem hora que eu não agüento mais comer barra energética. Dá vontade de jogar aquilo longe. Nesses momentos em que preciso comer algo prefiro as bisnaguinhas com pasta natural ou banana passa“, revela.

Uma dica de alimentação para provas longas é o macarrão instantâneo de copo. “Imagina correr um dia inteiro sem parar. Chega de madrugada o seu rendimento cai. Dá um desanimo e você fica fraco. Quando isso acontece comigo, eu como o famoso “sopão da madrugada”. Aquele macarrão é bom para comer porque desmancha na boca. Além disso, tem um caldinho quente que revigora o atleta”.

Calçado - Depois de 24 horas numa prova os acessórios, como o tênis, ficam desconfortáveis. Por isso, em algumas competições ele prefere correr descalço. Segundo Cordeiro, o seu treinador fica louco quando isso acontece.

“Se no meio da prova o tênis começar a me machucar eu tiro e vou a luta. Essa é a minha profissão. Para quem começou a correr com um Conga que dava bolha, correr descalço não é ruim. O seu pé acaba se acostumando. Quando eu tiro o tênis me sinto livre”, fala.

Próximas provas - Em novembro ele disputa a última etapa do Mundial no México. A competição será um quíntuplo iron triathlon, ou seja, 19km de natação, 900km de ciclismo e 211km de corrida. Se vencer essa etapa Cordeiro será o primeiro latino a conquistar o mundial.

“Os organizadores da prova estão loucos porque eu sou o líder do ranking. Até agora só europeu vencia. Imagina a cara dos gringos quando ver um brasileiro campeão?”, se diverte o brasileiro. Cordeiro acredita que por causa de um certo preconceito dos organizadores eles ainda não enviaram o prêmio da última etapa do mundial na qual venceu.

Currículo de um campeão

- Campeão do Double Triathlon etapas Virginia e Quito (95 e 98)

- Prata (94), bronze (95 e 98), 4º lugar (2002) e 5º lugar (97) do Mundial Ultraman do Havaí

- 11º na Ultramaratona do Vale da Morte (2003)

- Bicampeão da Volta da Ilha de Florianópolis (2000 e 2003)

- Prata (99), bronze (95) no Mundial de Ultramaratona do Canadá

Quarta-feira, 28 de setembro de 2005

Sérgio Cordeiro mantém a liderança do ranking mundial

O  atleta  Sérgio  Cordeiro, manteve  a  regularidade  e  ficou  na  quarta  colocação  na  etapa  da  Lituânia  do  Circuito  Mundial  de  Ultratriathlon,  na  última  semana.  Com  o  resultado,  ele  se  distancia  ainda  mais  dos  concorrentes  e  consolida  a  liderança  do  ranking.  Sergio  Cordeiro  é  o  único  atleta  brasileiro  de  todos  os  esportes  individuais  a  liderar  um  ranking  mundial.

A  prova  foi  muito  estudada  por  Cordeiro  e  seu  treinador,  Lauter  Nogueira.  A  estratégia  adotada  foi  conservadora,  levando  em  conta  que,  em  pouco  mais  30  dias,  terão  mais  um  grande  desafio  pela  frente:  a  etapa  dos  estados  Unidos,  na  Virginia.

-  Como  já  imaginava,  a  prova  do  Cordeiro  não  foi  muito  empolgante,  mas  foi  um  ótimo  resultado  para  o  nosso  objetivo  principal  deste  ano:  ser  o  Campeão  do  Circuito  Mundial  de  Ultratriathlon  -afirmou  Lauter.

Com  a  não  participação  de  seu  rival  direto,  o  francês  Guy  Rossi,  Cordeiro,  que  conquistou  cem  pontos  na  Lituânia,  ampliou  sua  vantagem  e  pode  garantir  o  título  já  na  próxima  etapa,  de  7  a  9  de  outubro.

-  Quero  é  trazer  esse  campeonato.  Se  já  for  na  próxima  etapa,  ótimo,  mas  meu  desejo  é  ser  campeão  -  diz  o  triatleta,  que  mesmo  tendo  acabado  de  voltar  da  Lituânia,  já  inicia  os  treinamentos  essa  semana.

A  última  etapa  do  ano  será  o  grande  desafio  de  Cordeiro:  vencer  o  Quíntuplo  IronMan,  no  México,  com  as  distâncias  de  19Km  de  natação,  900Km  de  ciclismo  e  210Km  de  corrida.  Para  isso,  Sergio  Cordeiro  treina  com  o  preparador  Lauter  Nogueira  e  tem  o  patrocínio  da  Normativa  Consulting.

-  Estou  muito  feliz  de  ter  a  Normativa  Consulting  me  apoiando  na  realização  deste  sonho.  Quero  trazer  o  título  de  campeão  mundial,  inédito  na  América  do  Sul  -  afirma  o  atleta,  de  51  anos,  único  sul-americano  no  ranking  mundial.

Sexta-feira, 16 de setembro de 2005

Sérgio Cordeiro lidera o ranking mundial de Ultratriathlon

O atleta Sérgio Cordeiro manteve a regularidade e ficou na quarta colocação na etapa da Lituânia do Circuito Mundial de Ultratriathlon, na última semana. Com o resultado, ele se distancia ainda mais dos concorrentes e consolida a liderança do ranking. Sergio Cordeiro é o único atleta brasileiro de todos os esportes individuais a liderar um ranking mundial. Se for Campeão,  Cordeiro será o primeiro latino-americano a vencer o campeonato.

A prova foi bem estudada por Cordeiro e seu treinador, Lauter Nogueira. A estratégia adotada foi conservadora, levando em conta que, em pouco mais de 30 dias, terão mais um grande desafio pela frente: a etapa dos Estados Unidos, na Virgínia.

- Como já imaginava, a prova do Cordeiro não foi muito empolgante, mas foi um ótimo resultado para o nosso objetivo principal deste ano: ser o Campeão do Circuito Mundial de Ultratriathlon - afirmou Lauter.

“Quero é trazer esse campeonato. Se já for na próxima etapa, ótimo, mas meu desejo é ser campeão”, conta o ultramaratonista que já se prepara para a próxima etapa que será nos Estados Unidos entre os dias sete e nove de outubro.

A última etapa do ano será um Quíntuplo Ironman, no México, com as distâncias de 19Km de natação, 900Km de ciclismo e 210Km de corrida.

Quinta-feira, 07 de abril de 2005

Sérgio Cordeiro, da LGD, é campeão do Doublé Iron Triathlon no Equador

O triatleta Sérgio Cordeiro, 51 anos, conquistou na cidade de Ibarra (Equador), a mais de 2200 metros de altitude, o título de campeão da primeira etapa do Circuito Mundial Ultra Triathlon/2005 (Doublé Iron Triathlon). O atleta da Liga Gonçalense de Desportos disputou a prova no fim de semana e percorreu os 7,6 km de natação, 360 km de ciclismo e 84 km de corrida com o tempo de 25h11min49s.

Além das dificuldades normais que os atletas têm pela frente neste tipo de competição de longa duração, o triatleta brasileiro teve ainda que conviver com mais algumas adversidades, como a baixa temperatura e o clima seco.

“Senti uma emoção o muito grande, inclusive chorei ao cruzar a linha de chegada. E tudo porque tive que me superar para tirar uma vantagem de 17 km do atleta francês no início da etapa de corrida. O mais importante é que consegui o meu objetivo e ainda coloquei três quilômetros em cima do francês, que acabou ficando na segunda colocação na classificação geral”, disse emocionado ao descrever a sua arrancada para a conquista da medalha de ouro em Ibarra, chegando a comentar que nos 20 km finais da prova de atletismo correu descalço, pois o tênis o estava incomodando. “Não tive dúvidas do que seria melhor pra mim”.

Com 25 anos dedicados ao esporte e sempre demonstrando motivação e alegria em viver, Sérgio Cordeiro não esconde que não consegue entender a falta de apoio do governo para a grande maioria dos atletas. “Infelizmente, apesar dos títulos nacionais e internacionais, não tenho direito à bolsa-atleta do Ministério de Esporte, devido a uma legislação inadequada. E não tenho vergonha de dizer que dependo de amigos, parentes e, agora, conto com o apoio do presidente José Antônio Ferreira Machado, da LGD, para prosseguir nesta minha caminhada,  apesar da falta de patrocinadores que possam me  oferecer condições para participar das outras cincos etapas do Circuito Mundial Ultra Triathlon/2005.

A próxima competição que Sérgio Cordeiro participará será em Santa Catarina, no dia 16 de abril, em disputa da prova denominada de Volta a Ilha de Florianópolis de Revezamento.

“Estarei mais uma vez representando a Liga Gonçalense de Desportos e a Associação de Bingos do Estado do Rio de Janeiro. E a intenção é de chegar entre os primeiros colocados na categoria de equipe formada por oito atletas”. Este ano Cordeiro abriu mão de disputar a categoria de duplas, onde é o atual bicampeão.